Logo Governo MT
Redação REM MT

Redação REM MT

Programa de “Reinserção e Monitoramento” dos pecuaristas é desenvolvido pelo IMAC (Instituto Mato-grossense da Carne) com financiamento do Programa REM Mato Grosso

Marcio Camilo
Comunicação REM MT/SEMA-MT


Legalizar 500 pecuaristas e recuperar mais 20 mil hectares de áreas degradadas. Essas são as metas do “Programa de Reinserção e Monitoramento”, do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), no projeto apresentado ao Programa REM Mato Grosso (do inglês, REDD para Pioneiros).

O Programa de Reinserção, com previsão de início a partir da segunda quinzena de julho, envolverá produtores de oito municípios da região noroeste do estado: Aripuanã, Castanheira, Colniza, Cotriguaçu, Juara, Juína, Juruena e Nova Bandeirantes.

Espera-se com a iniciativa que áreas que foram desmatadas ilegalmente dentro das propriedades pecuárias sejam reparadas. O Programa de Reinserção é de participação voluntária pelo pecuarista e consiste em identificar o dano ambiental e monitorar sua regeneração.

“Como resultado, a implantação do Programa de Reinserção e Monitoramento visa garantir que o dano ambiental está sendo reparado (com um monitoramento constante), permitindo que o pecuarista retome sua atividade de comercialização de animais com a indústria frigorífica, oferecendo ao mercado formal animais de procedência garantida, enquanto o processo de adequação ambiental está ocorrendo pelo Programa do Imac”, destaca Caio Penido, presidente do instituto.



O programa está inserido no Subprograma Produção, Inovação e Mercado Sustentáveis (PIMS) do REM MT. A expectativa é de que traga “melhorias na qualidade da carne, diminuição dos riscos reputacionais do setor no estado, transparência e garantia de origem do produto”. O Programa de Reinserção é uma estratégia do Imac para buscar a recuperação de áreas degradadas em mais de 12 mil propriedades no estado de MT.

A aplicação do Programa de Reinserção está inserida no eixo “Inovação nas Cadeias de Commodities Pecuária” do PIMS/REM MT.

Sobre o Programa REM MT

O Programa REM MT (do inglês, REDD para Pioneiros) é uma premiação ao Estado do Mato Grosso pelos resultados na redução do desmatamento nos últimos 10 anos. A cooperação internacional dos governos do Reino Unido e da Alemanha doam recursos por meio do BEIS e do Banco de Desenvolvimento Alemão (KfW) para o Programa que aplica em ações de conservação da floresta a fim de reduzir emissões de CO2 no planeta. Para isso, beneficia diretamente iniciativas que contribuem para reduzir o desmatamento, estimular a agricultura de baixo carbono e apoiar povos indígenas e comunidades tradicionais.

É coordenado pelo Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), e gerenciado financeiramente pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).
 
Saiba mais sobre o Programa REM MT em: https://remmt.com.br/

 

Recursos do Programa ajudam a Sema a estruturar as políticas centrais de preservação da floresta, bem como o combate ao desmatamento e aos incêndios florestais em Mato Grosso

Marcio Camilo / Comunicação REM MT

O Programa REM Mato Grosso investe R$ 2,4 milhões em ações de monitoramento, responsabilização e fiscalização previstas no Plano de Ação de Combate ao Desmatamento Ilegal e Incêndios Florestais de Mato Grosso, para 2021.

O plano, desenvolvido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Meio Ambiente (Sema-MT), é considerado o maior da história de Mato Grosso e prevê investimentos gerais na ordem de R$ 73 milhões. Do montante, R$ 4,2 milhões foram investidos pelo REM MT.


Crédito: Sema-MT

Para o secretário executivo da Sema, Alex Marega, o Programa “virou a chave” do combate ao desmatamento em Mato Grosso tanto no aspecto de fortalecimento institucional quanto a investimentos diretos em comunidades tradicionais que praticam a agricultura de baixo carbono: “esses importantes avanços estruturais só foram possíveis graças ao Programa REM. Sem ele não faríamos nem a metade do que já fizemos nos últimos anos”, ressalta o gestor da Sema.

O REM MT é executado pelo Governo do Estado, por meio da Sema. É um programa com investimentos internacionais. Seus recursos estão aplicados em três dos cinco eixos do plano de combate ao desmatamento ilegal e incêndios florestais.

No eixo Monitoramento, por exemplo, os recursos do programa permitiram a renovação do sistema Planet de monitoramento via satélite das florestas de Mato Grosso em seus três biomas (Amazônia, Cerrado e Pantanal).

O satélite monitora as áreas desmatadas em tempo real, permitindo tanto a prevenção quanto a fiscalização das áreas degradadas. Na ponta, isso resulta em otimização e celeridade dos órgãos fiscalizadores que estão em campo para autuar, embargar e aplicar multas aos infratores pelos crimes ambientais.


Crédito: Arquivo REM MT

No eixo Responsabilização, os recursos do REM MT estão aplicados para aparelhar e reestruturar a Delegacia do Meio Ambiente (Dema) e outros órgãos de fiscalização que atuam contra os crimes ambientais.

Já no eixo Fiscalização, os investimentos estão na ordem de R$ 1,5 milhão. Uma das ações mais importantes nesse sentido foi a contratação, por parte do REM- MT, de uma empresa especializada na remoção de maquinários utilizados para o desmatamento ilegal.

Felipe Santana, ponto focal do Subprograma Fortalecimento Institucional do REM MT, destaca que há três anos que o Programa vem fortalecendo as respostas aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Explica que essa política continuada já gerou investimentos na ordem de R$ 4 milhões aos órgãos de fiscalização. Um dos exemplos é o Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), que teve a reforma de sua sede quase toda feita com recursos do REM MT. O BEA é um dos órgãos mais estratégicos na gestão dos incêndios florestais em todo estado.

Nesse sentido, Santana destaca que “quando você apoia a instituição você fortalece a resposta aos incêndios florestais”.  Avalia que o apoio sistemático dos últimos anos faz com que o Programa atue hoje no sentido de manter os insumos, a partir da manutenção de sopradores, viaturas e bombas costais, por exemplo.

A tenente coronel Jusciery Rodrigues Marques, que comanda o batalhão, acrescenta que até julho deste ano, o REM MT também irá equipar a Sala de Situação do BEA, com móveis e equipamentos que servirão para realizar o monitoramento dos focos de calor. Ressalta que os insumos irão “subsidiar o planejamento para enviar as equipes em campo nas ações de fiscalização para coibir os ilícitos ambientais pelo uso irregular do fogo”.


Crédito: Arquivo REM MT

Sobre o Programa REM MT

O Programa REM MT (do inglês, REDD para Pioneiros) é uma premiação ao Estado do Mato Grosso pelos resultados na redução do desmatamento nos últimos 10 anos. A cooperação internacional dos governos do Reino Unido e da Alemanha doam recursos por meio do BEIS e do Banco de Desenvolvimento Alemão (KfW) para o Programa que aplica em ações de conservação da floresta a fim de reduzir emissões de CO2 no planeta. Para isso, beneficia diretamente iniciativas que contribuem para reduzir o desmatamento, estimular a agricultura de baixo carbono e apoiar povos indígenas e comunidades tradicionais.

É coordenado pelo Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), e gerenciado financeiramente pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).

Saiba mais sobre o Programa REM MT em: https://remmt.com.br/

 

Live no facebook e no Youtube irá detalhar sobre o Plano Emergencial de Combate à Covid-19 e aos incêndios florestais nos territórios indígenas de Mato Grosso

Marcio Camilo / Comunicação REM MT
 

A Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (Fepoimt) irá promover neste sábado, a partir das 15h (16h horário de Brasília) a live "Por dentro do REM" no facebook e Youtube para falar sobre o Plano Emergencial de Combate à Covid-19 e aos incêndios florestais. A live pode ser acompanhada AQUI e AQUI

O Plano foi desenvolvido pelo Fepoimt em parceria com o Subprograma Territórios Indígenas do REM MT (do inglês, REDD para Pioneiros) –  projeto executado pelo Governo do Estado que conta com recursos internacionais que premiam países e estados pioneiros na preservação e combate ao desmatamento ilegal da floresta. 

Na live, as lideranças indígenas da Fepoimt, justamente com atores do REM MT e da sociedade civil organizada, irão debater como o plano tem ajudado no enfrentamento à Covid-19 nas aldeias.

O plano também se torna estratégico para combater os incêndios florestais diante do período de estiagem que se avizinha, a partir de junho. No ano passado, as terras indígenas foram drasticamente atingidas pelas queimadas ilegais. O povo Guató, por exemplo, teve 83% da sua área destruída no Pantanal (região de Barão de Melgaço- MT).

Para este ano, a previsão é que o REM MT invista R$ 13, 9 milhões em ações voltadas para a defesa dos territórios - condição entendida pela coordenação geral do Programa como essencial na estratégia de sobrevivência dos povos indígenas, e consequentemente na preservação da floresta.

A live Por Dentro do REM contará com a participação do presidente da Fepoimt, Cristanto Rudzö Tseremey'wá; a assessora da Fepoimt, Eliana Xunakalo; membro da Governança da Regional Noroeste do Subprograma Territórios Indígenas, Agelton Sousa da Silva; o coordenador adjunto do REM-MT, Fernando Sampaio; o gerente de projetos do Fundo Brasileiro pela Biodiversidade (Funbio), João Ferraz; analista de projetos do Funbio, Dante Novaes.

Sobre o programa REM

O Programa REM remunera e premia o esforço de mitigação das mudanças climáticas de pioneiros do REDD+ (Early Movers) a nível estadual, subnacional ou nacional, pretendendo fomentar o desenvolvimento sustentável, e gerar aprendizados até que um mecanismo global de REDD+ seja operacional. O principal objetivo do programa é a valorização da floresta em pé. O REM segue todos os princípios e critérios da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC, na sigla em inglês), na qual não ocorre transferência de créditos de carbono.

O contrato do REM Mato Grosso prevê recursos na ordem de 44 milhões de euros do governo da Alemanha por meio do Banco Alemão de Desenvolvimento (KfW), e o governo do Reino Unido, por meio do Departamento Britânico para Energia e Estratégia Industrial (BEIS).

Os recursos do Programa estão distribuídos da seguinte maneira: 60% para os subprogramas de agricultura familiar, povos e comunidades tradicionais na Amazônia, Cerrado e Pantanal; territórios indígenas; e produção sustentável, inovação e mercados. Os demais 40% são destinados ao fortalecimento institucional de entidades governamentais do Estado e na aplicação e desenvolvimento de políticas públicas estruturantes.

Projeto pretende fazer da propriedade referência em pesquisa e produção da fruta em Mato Grosso, para os próximos anos

Marcio Camilo/ Comunicação REM MT

Chegaram, na madrugada desta sexta-feira (21), as 400 mudas de limão que serão plantadas no sítio de Ademilson Bento de Santana. A propriedade trata-se da Unidade de Referência Técnica (URT) no município de Jangada (MT), que foi escolhida por meio de um projeto do Programa REM Mato Grosso em parceria com a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer). O REM MT (do inglês, REDD para Pioneiros) é um projeto internacional, executado pelo Governo do Estado, que financia países e estados que se comprometem e eliminar o desmatamento ilegal, bem como reduzir as emissões de CO2 no planeta que agravam o efeito estufa.

“É uma satisfação muito grande receber essas mudas. É a coroação de um trabalho que começou lá atrás, há um ano”, recorda Edgar Bento, extensionista da Empaer que desenvolveu o projeto da URT de Jangada, no sítio do produtor Ademilson.

Ele disse que as mudas devem ser plantadas ainda neste mês, a partir da semana que vem. A remessa chegou na unidade local da Empaer em Jangada de um viveiro de São Paulo, por volta das 6 horas desta sexta (21): “As mudas são de excelente qualidade, vindas de um viveiro de referência nacional, que possui certificação do Mapa [Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento]”, comemora Edgar.

O sítio do produtor Ademilson foi retratado na segunda reportagem da série especial que o REM MT produz sobre as URTs no estado.

A propriedade está inserida no Subprograma de Agricultura Familiar e de Povos e Comunidades Tradicionais (AFPCTs) do REM MT. No projeto, além das 400 mudas de limão, o sítio foi contemplado com fornecimento de adubos, calcário, sistema de irrigação e outros insumos.

Com os investimentos que estão sendo realizado, espera-se que a propriedade produza 20 toneladas de limão nos próximos anos, e se torne uma referência do produto para todo estado. “Referência tanto de produção quanto de pesquisa da fruta”, salienta Edgar.

O limão de seu Ademilson tem potencial para abastecer toda baixada cuiabana – uma das regiões de maior densidade demográfica do estado que concentra 14 municípios. Atualmente, 90% do que é comercializado da fruta na baixada cuiabana vem de fora de Mato Grosso.


Técnico da Empaer, Edgar Bento, recebe as mudas em Jangada/ Foto: Empaer

“É uma região onde concentra a grande parte do público consumidor de Mato Grosso. E muitos desses produtos, no caso do limão e outros, acabam vindo de outros estados. Então você tem um mercado consumidor próprio e você tem dificuldades de organizar a produção, que por sua vez sustentaria essas cidades. Nesse sentido a gente incentiva eles [agricultores familiares] e mostra que é possível produzir aqui perto”, ressalta Marcos Balbino, o coordenador do Subprograma de Agricultura Familiar e de Comunidade e Povos Tradicionais do REM. 

A propriedade de Ademilson em Jangada faz parte de uma rede de 20 URTs que são apoiadas pelo REM nos territórios "Baixada Cuiabana", "Noroeste" e “Portal da Amazônia”. Essas unidades servem de modelo de produção sustentável para mais de três mil famílias da agricultura familiar atendidas pela Empaer no programa.

No caso do sítio de Ademilson, ela compõe uma das cinco URTs da Baixada Cuiabana. Já as demais (15) estão distribuídas nos outros dois territórios do Subprograma de Agricultura Familiar e de Comunidade e Povos Tradicionais do REM. 

Sobre o Programa REM MT

O Programa REM MT (do inglês, REDD para Pioneiros) é uma premiação ao Estado do Mato Grosso pelos resultados na redução do desmatamento nos últimos 10 anos. A cooperação internacional dos governos do Reino Unido e da Alemanha doam recursos por meio do BEIS e do Banco de Desenvolvimento Alemão (KfW) para o Programa que aplica em ações de conservação da floresta a fim de reduzir emissões de CO2 no planeta. Para isso, beneficia diretamente iniciativas que contribuem para reduzir o desmatamento, estimular a agricultura de baixo carbono e apoiar povos indígenas e comunidades tradicionais.

É coordenado pelo Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), e gerenciado financeiramente pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO). Saiba mais sobre o Programa REM MT em: https://remmt.com.br/

Confira as reportagens da série especial sobre as URTs:

Programa REM MT transforma a vida de pequenos agricultores no interior do Estado 

Produção sustentável pode render 20 toneladas de limão ao ano em Jangada

 

No âmbito do monitoramento, os recursos do Programa REM Mato Grosso possibilitaram a aquisição de um moderno sistema de satélites, que dá em tempo real a exata posição onde o desmatamento está ocorrendo

Abril foi mais um mês positivo para Mato Grosso no combate ao desmatamento ilegal da floresta Amazônica. Por conta da política pública focada na prevenção, monitoramento e fiscalização dos crimes ambientais, o governo do estado conseguiu reduzir em 18% os alertas de desmatamento, em comparação com o período anterior. Os dados são do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (DETER) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

A política ambiental é apoiada em diferentes frentes de atuação pelo Programa REM Mato Grosso - projeto internacional que premia países e estados que combatem o desmatamento da floresta, com a consequente redução das emissões de CO2 no planeta.

No âmbito do monitoramento, os recursos do REM MT possibilitaram a aquisição de um moderno sistema de satélites, que dá em tempo real a exata posição onde o desmatamento está ocorrendo. A partir disso, o produtor ou infrator é notificado automaticamente via email pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT). Se o crime persistir, a área é embargada e maquinários apreendidos.

Os recursos do REM MT também reforçam as fiscalizações de campo, com a compra e aluguel de insumos, como: veículos, tecnologia para autuação remota e materiais de combate aos incêndios florestais. São beneficiados nesse sentido órgãos como os batalhões de Proteção Ambiental (BEA) e de Polícia Militar e Proteção Ambiental (BPMPA) e a Delegacia do Meio Ambiente (Dema).

Essas ações - somadas com outras políticas da Sema-MT de tolerância zero aos crimes ambientais - permitiram uma redução nos alertas de desmatamento não só durante o mês de abril. Prova disso, é que Mato Grosso também apresenta queda média dos últimos noves meses, entre agosto de 2020 e abril de 2021, com redução de 29% nos alertas de desmatamento.


Região de floresta amazônica/ Foto: Marcos Vergueiro - Secom-MT

Por outro lado, se tirarmos os índices do estado, o DETER do INPE irá apontar que o desmatamento na Amazônia teve alta de 43% no corte raso de vegetação. A maior floresta tropical do mundo atinge os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Maranhão e Tocantins.

Comparando os dados

Em abril de 2020 o corte raso de vegetação identificado pelo INPE chegou a 142 km², enquanto em abril deste ano, o valor foi de 117 km². Já no total acumulado no período dos últimos nove meses foi de 1267 km², enquanto no mesmo período do ano anterior, o desmatamento apurado foi de 899 km², registrando a queda de 29% no período.

Já na Amazônia Legal o corte raso identificado por satélite foi de 562 km², e em comparação com os 393 km² de abril de 2020, apresentou alta de 43%. Nos últimos nove meses, o bioma apresentou uma redução de 14% nos alertas de desmatamento, enquanto Mato Grosso chega a 29% de redução, colaborando significativamente para a redução do desmatamento da Amazônia.

O DETER é um levantamento rápido de alertas de evidências de alteração da cobertura florestal na Amazônia, feito pelo INPE. Foi desenvolvido como um sistema de alerta para dar suporte à fiscalização e controle de desmatamento e da degradação florestal realizadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e demais órgãos.

O Estado está investindo em 2021 cerca de R$73 milhões em ações de combate e prevenção ao desmatamento ilegal e incêndios florestais, o maior orçamento da história para esta finalidade. Mato Grosso possui uma estrutura de monitoramento e fiscalização voltada para a prevenção e combate aos ilícitos ambientais, com o objetivo de zerar o desmatamento ilegal, e valorizar os que produzem de modo sustentável, com autorização ambiental. (com informações da SEMA-MT)

Sobre o Programa REM MT

O Programa REM MT (do inglês, REDD para Pioneiros) é uma premiação ao Estado do Mato Grosso pelos resultados na redução do desmatamento nos últimos 10 anos. A cooperação internacional dos governos do Reino Unido e da Alemanha doam recursos por meio do BEIS e do Banco de Desenvolvimento Alemão (KFW) para o Programa que aplica em ações de conservação da floresta a fim de reduzir emissões de CO2 no planeta. Para isso, beneficia diretamente iniciativas que contribuem para reduzir o desmatamento, estimular a agricultura de baixo carbono e apoiar povos indígenas e comunidades tradicionais.

É coordenado pelo Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), e gerenciado financeiramente pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO). Saiba mais sobre o Programa REM MT em: https://remmt.com.br/

 

O 6º Encontro Regional de Sistema Produtivos irá mostrar projeto financiado pelo REM Mato Grosso que cultiva a soja integrada com diferentes tipos de cultura

Marcio Camilo/Comunicação REM MT

Produzir commodities com sustentabilidade e biodiversidade. É o que o REM Mato Grosso, juntamente com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), unidade de Sinop (MT), Agrossilvipastoril, pretende mostrar no 6° Encontro Regional de Sistemas Produtivos. O evento será realizado via transmissão online para mostrar as primeiras impressões da produção de culturas integradas envolvendo a soja, o milho e a pecuária, na Fazenda Santana, no município de Sorriso, a 396 quilômetros de Cuiabá.

O projeto é financiado desde fevereiro deste ano com recursos da Chamada 08/2020 do Subprograma Produção, Inovação e Mercado Sustentáveis (PIMS) do REM Mato Grosso. De acordo com Flávio Wruck, um dos pesquisadores da Embrapa que participa da iniciativa, o encontro será uma oportunidade de mostrar aos produtores que é possível plantar commodities de maneira sustentável e em harmonia com diferentes culturas.

No Sistema Plantio Direto (SPD), por exemplo, a sucessão formada por soja na safra e consórcios forrageiros na safrinha gera palhada em grande quantidade e de elevada qualidade agronômica. É um tipo de produto que proporciona diversos serviços ecossistêmicos, praticamente gratuitos, ao sistema de produção agrícola que, ao longo do tempo, recupera o solo física, química e biologicamente. Isso gera economia ao produtor e menos impacto ao meio ambiente.

Um exemplo dos serviços ecossistêmicos que serão mostrados no encontro é como as raízes das plantas de braquiária tem a capacidade de buscar nutrientes nas camadas mais profundas dos solos e “bombeá-los para cima”, promovendo também neste processo a descompactação e o incremento da matéria orgânica do solo. Em decorrência deste incremento, o solo aumenta sua capacidade de armazenamento de água e nutrientes disponíveis para as plantas, ajudando a cultura da soja durante os períodos de veranicos ao longo do seu ciclo produtivo.

Flávio ressalta que essa biodiversidade também pode ser vista no sistema de Integração Lavoura-Pecuária (ILP), onde há uma intensa rotação de culturas favorecendo o aumento da biodiversidade do solo.


Consórcios forrageiros na Fazenda Santana, na cidade de Sorriso-MT/Foto: Embrapa

“Umas das grandes vantagens é que esses sistemas integrados de produção ajudam a reduzir os nematoides, uma das principais doenças que atacam o sistema radicular da soja. Tudo isso feito com práticas agroecológicas a partir de consórcios forrageiros que reduz a população desses nematoides”, ressalta Flávio Wruck, pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril.

Daniela Melo, coordenadora do Subprograma PIMS do REM MT, ressalta que projetos como esse são fundamentais para reduzir a pressão por desmatamento em cadeias produtivas que historicamente mais impactam as áreas naturais do estado.

“Eles são estratégicos para o Programa REM, no sentido de ajudar Mato Grosso cada vez mais a honrar o compromisso com o mundo de preservar o meio ambiente, zerar o desmatamento ilegal, e, consequentemente, reduzir as emissões de CO2 no planeta”, reforça a gestora do PIMS.

Detalhes do evento

Os interessados em participar da transmissão do 6° Encontro Regional de Sistemas Produtivos devem se inscrever pelo site www.catsorriso.org.br. O evento será transmitido a partir das 9h (horário de Brasília) direto do estúdio televisivo da Embrapa Agrossilvipasoril pelos sites Vida Rural MT (https://vidaruralmt.com.br/), CAT Sorriso e da própria Embrapa (https://www.embrapa.br/agrossilvipastoril/).

Os produtores terão a oportunidade de ouvir palestras renomados, especialistas em agropecuária da Embrapa e também da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que, a partir do exemplo da Fazenda Santana, irão explicar a importância da produção envolvendo diversas culturas integradas para o meio ambiente.

“As palestras vão ocorrer no estúdio da Embrapa com geração de imagens que coletamos da Fazenda Santana”, detalha Cristina Delicato, CEO da Associação Amigos da Terra de Sorriso (CAT), uma das entidades que organiza o evento

O evento já é tradicional em Mato Grosso, sendo realizado anualmente por meio de visita de campo as propriedades que são modelos em sistema produtivos integrados. Mas, diante do contexto da pandemia do novo coronavírus, o encontro desse ano terá que ser realizado 100% online.

Sítio de agricultor familiar se transformou numa Unidade de Referência Técnica (URT) que servirá de grande exemplo para os produtores dos 14 municípios que  compõem a baixada cuiabana. O projeto é executado pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Empaer, com recursos financeiros do Programa REM MT. 

Marcio Camilo/ Comunicação REM MT

"Estou pronto. Tenho potência para encarar o serviço". Foi assim que Ademilson Bento de Santana, produtor rural de 67 anos aceitou um novo desafio em sua vida: fazer de seu sítio uma Unidade de Referência Técnica (URT) em produção de limão para os demais agricultores familiares da cidade de Jangada, a 70 quilômetros da capital de Mato Grosso, Cuiabá. Espera-se que 20 toneladas da fruta sejam produzidas anualmente na propriedade.

As URTs são projetos do Governo de Mato Grosso, por meio da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) que auxiliam as famílias do campo a aprimorarem suas produções. Isso é feito com a difusão de novas tecnologias que também garantem o desenvolvimento econômico e social dessas famílias. Com a chegada do Programa REM Mato Grosso, o conceito das URTs ganhou um reforço na questão de produzir com sustentabilidade com objetivo de manter os estoques florestais dos três biomas de Mato Grosso (Amazônia, Pantanal e Cerrado).

O sítio de Ademilson está inserido nessa lógica ao ser contemplado com recursos do Subprograma de Agricultura Familiar e de Povos e Comunidades Tradicionais (AFPCTs) do REM MT. No projeto, sua propriedade foi contemplada com 400 mudas de limão, além de fornecimento de adubos, calcário, sistema de irrigação e outros insumos. A terra está toda preparada para receber as mudas que devem ser plantadas durante este mês de maio.

Ademilson dedicou uma vida toda à agricultura familiar e ainda quer aprender muito mais. Conta que com os extensionistas da Empaer em Jangada aprendeu a plantar com o devido espaço, além de utilizar o calcário para tirar a acidez da terra e fazer com que as mudas cresçam com saúde e rendam bons frutos. "A minha vida toda eu plantei verduras, hortaliças, maracujá, limão... Isso vem de família. Aprendi essas coisas no dia-dia, no trato com a planta. Com essas novas tecnologias sugeridas através da Empaer e do REM, acredito que isso só vem a agregar no meu conhecimento. Por isso sou muito grato", disse.


Ademilson, juntamente com a esposa, recebe adubos do técnico da Empaer, Edgar Bento, adquiridos pelo projeto do Programa REM MT/Edgar Bento

Quem também está empolgado com a futura produção de limão é o genro de Ademilson, o também agricultor familiar, José Galhardo. Ele está trabalhando junto com o sogro na propriedade e avalia que há um grande potencial na cadeia produtiva do limão na baixada cuiabana, que envolve 14 municípios. Pensa em comercializar a fruta nas feiras e mercados de Jangada, Várzea Grande e Cuiabá. "Esse projeto tem sido um sonho para a nossa família. Estamos muito animados com essa possibilidade de melhorar a renda e garantir cada vez mais o nosso sustento e também levar alimento para outras famílias". 

A empolgação de Galhardo faz sentido, levando em conta que 90% do limão que abastece os mercados dos municípios da baixada cuiabana vem de fora. 

“É uma região onde concentra a grande parte do público consumidor de Mato Grosso. E muitos desses produtos, no caso do limão e outros, acabam vindo de outros estados. Então você tem um mercado consumidor próprio e você tem dificuldades de organizar a produção, que por sua vez sustentaria essas cidades. Nesse sentido a gente incentiva eles [agricultores familiares] e mostra que é possível produzir aqui perto”, ressalta Marcos Balbino, o coordenador do Subprograma de Agricultura Familiar e de Comunidade e Povos Tradicionais do REM. 

A escolha da URT

Quem fez a proposta para Ademilson e Galhardo inscreverem o sítio como a URT de Jangada foi o extensionista da Empaer Edgar Bento. Ele já conhecia Ademilson há muitos anos e identificou que a sua área tinha um grande potencial para ser referência em produção sustentável. "Eu percebo que ele naturalmente tem esse entendimento. Aos fundos de sua propriedade tem uma grande mata de APP [Área de Preservação Permanente] por onde passa um riacho. Desde que eu o conheci, ele sempre se preocupou em fazer seus cultivos sem degradar essa mata", destacou o técnico da Empaer.

A partir disso, Bento enviou o projeto de URT ao Subprograma de Agricultura Familiar e de Povos e Comunidades Tradicionais do REM, que aceitou a proposta e começou a investir na propriedade. A Empaer, por sua vez, entrou com a orientação técnica. Já os produtores, com a mão de obra. 

Se as coisas continuarem nesse ritmo, a expectativa é que o sítio da família de Ademilson se torne uma grande referência na região com uma produção de 20 toneladas de limão ao ano. Além de Bento, os produtores também contam com o auxílio dos técnicos Gláucio Guimarães e Roberto Damaceno na unidade local da Empaer em Jangada. 

URTs e preservação da floresta

Para o presidente da Empaer, Renaldo Loffi, o “Alemão”, o REM MT fortaleceu o trabalho das URTs, no sentido de desenvolver ainda mais as cadeias produtivas e transferir os conhecimentos tecnológicos aos agricultores. “O REM MT reforçou nas URTs a importância de aumentar a produção e diminuir o desmatamento e, acima de tudo, melhorar a qualidade de vida das famílias do campo”, ressaltou o gestor. 

Balbino, do REM MT, também explica que a propriedade de Ademilson está inserida dentro da lógica de redução do desmatamento e manutenção de estoques florestais. Trata-se de uma política ambiental incorporada pelo Governo de Mato Grosso desde 2015, quando o estado apresentou ao mundo as metas do programa Produzir Conservar e Incluir (PCI), na Convenção do Clima (COP 21) realizada em Paris. 


Da esquerda para direita: Vico Capistrano (Empaer), o produtor, Isaías Ribeiro de Oliveira, atual coordenador Regional da Empaer Cuiabá; e Edgar Bento/Foto: Edgar Bento

A propriedade faz parte de uma rede de 20 URTs que são apoiadas pelo REM nos territórios "Baixada Cuiabana", "Noroeste" e “Portal da Amazônia”. Essas unidades servem de modelo de produção sustentável para mais de três mil famílias da agricultura familiar atendidas pela EMPAER no programa. No caso do sítio de Ademilson, ela compõe uma das cinco URTs da Baixada Cuiabana. Já as demais (15) estão distribuídas nos outros dois territórios do Subprograma de Agricultura Familiar e de Comunidade e Povos Tradicionais do REM. 

“Essa metodologia [URT] possibilita ao técnico colocar em prática técnicas e aprimoramento nas atividades produtivas que já existem na região. E depois isso é mostrado aos demais produtores da região que é possível adotar aqueles melhoramentos na atividade”, enfatiza. 

Ele também destacou que com a parceria do programa REM MT, os insumos e equipamentos chegam diretamente para as famílias beneficiadas que foram selecionadas pelos extensionistas da Empaer. Dessa forma, ele consegue montar todas as etapas com seus devidos insumos para aplicação das novas tecnologias.

Sobre o Programa REM MT

O Programa REM MT (do inglês, REDD para Pioneiros) é uma premiação ao Estado do Mato Grosso pelos resultados na redução do desmatamento nos últimos 10 anos. A cooperação internacional dos governos do Reino Unido e da Alemanha doam recursos por meio do BEIS e do Banco de Desenvolvimento Alemão (KFW) para o Programa que aplica em ações de conservação da floresta a fim de reduzir emissões de CO2 no planeta. Para isso, beneficia diretamente iniciativas que contribuem para reduzir o desmatamento, estimular a agricultura de baixo carbono e apoiar povos indígenas e comunidades tradicionais.

É coordenado pelo Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), e gerenciado financeiramente pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO). Saiba mais sobre o Programa REM MT em: https://remmt.com.br/

Confira também a primeira reportagem especial sobre as URTS: BANANA COM SUSTENTABILIDADE: Programa REM MT transforma a vida de pequenos agricultores no interior do Estado


Produtor recebe o calcário para melhorar a qualidade do plantio/ Edgar Bento


Terra já tratada com o calcário pronta para receber as mudas de limão/ Edgar Bento

 

 Eventos online contará com mais de 20 horas de capacitação com palestrantes que são referências nacional no tema

Marcio Camilo / Comunicação REM MT

Questões práticas para integrar florestas, pastagens e lavouras. Esses são alguns dos assuntos que serão abordados na capacitação sobre "Produção Leiteira para Técnicos da Empaer e Parceiros". O evento, totalmente online, começa na próxima segunda-feira (10 de maio) e se estenderá até 21 de maio.

Ao todo serão duas semanas de capacitação em pecuária leiteira que contará com 10 módulos e mais de 20 horas de palestras. Os módulos contarão com os seguintes conteúdos: histórico da pecuária leiteira; diagnóstico das propriedades; análise do ciclo de carbono; diagnóstico de áreas degradas; arborização; conservação de solo e água; planejamento de forragens; planejamento de ILPF e IPF, e alimentação na seca para os bovinos leiteiros.

Já a segunda semana de capacitação contará com os conteúdos: planejar e manejar ordenha; tanque de resfriamento com foco na qualidade do leite; mineralização de bovinos leiteiros; manejos e prevenções de doenças de bovinos leiteiros; e gestão de propriedades leiteiras.

Para o treinamento, o REM MT disponibilizou até 500 vagas aos técnicos da EMPAER e técnicos parceiros. As inscrições seguem abertas e podem ser feitas via formulário no seguinte link: https://forms.gle/gUYtmWooE9WgRA3W7

A capacitação é promovida pelo Subprograma de Agricultura Familiar, Povos e Comunidades Tradicionais do REM MT. Na ocasião, técnicos parceiros e extensionistas da Empaer-MT [Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural] terão oportunidade de aprender sobre o que há de mais novo de técnicas para orientar os agricultores familiares. Para capacitação, foram contratados 10 palestrantes que são referências nacional em produção sustentável de pecuária leiteira.

Marcos Balbino, coordenador do Subprograma de Agricultura Familiar, Povos e Comunidades Tradicionais do REM MT, explica que a capacitação foi pensada no sentido de aliar teoria e prática.

"A gente prezou conteúdos que levam a prática. Por exemplo, o técnico chega no sítio, avalia a realidade do lugar, e, a partir da capacitação, tem a noção exata de como vai aplicar as técnicas na propriedade, em como ele vai encaixar as tecnologias".

Balbino cita, por exemplo, a Integração Lavoura, Pecuária e Floresta (ILPF) - sistema que será abordado em um dos módulos da capacitação. "É uma tecnologia mais sustentável. Na capacitação, o palestrante não vai só explanar o que é IPLF. Ele vai mostrar como que o técnico entra dentro da propriedade e aplica o sistema".

Balbino destaca que a produção de metano dos bovinos é um tipo de gás que impacta mais na atmosfera do que o CO2, por exemplo. Por isso, conforme ele, é crucial que o técnico saiba fazer uma simulação de balanço de carbono nas propriedades. Trata-se de um dos assuntos que também será abordado pelos palestrantes.

"A capacitação dará condições para o técnico olhar para a propriedade e saber o que está emitindo gás carbônico e o que está capturando. Isso é o que a gente chama de balanço de carbono. A pastagem captura o carbono, a floresta captura carbono... quanto mais ele [técnico] aumentar a eficiência dos pastos, das forrageiras, das florestas, em captar o carbono, ele anula esse efeito negativo que o bovino tem de emitir o metano na atmosfera", detalhou Balbino, que também é técnico extensionista da Empaer-MT.

Balbino ressaltou que a capacitação segue uma tradição de cursos oferecidos pela Embrapa e Seaf [Secretaria de Estado de Agricultura Familiar], que ao longo de uma década oferecem inovações técnicas aos extensionistas e técnicos parceiros para aplicarem junto aos produtores rurais. “Ela [capacitação] vem com essa pegada: de somar com o conhecimento que já foi disseminado ao longo desses anos”, reforçou.

Confira a programa completa AQUI

Parceiros

Image
Image
Image
Image
Image
Image