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Programa de “Reinserção e Monitoramento” dos pecuaristas é desenvolvido pelo IMAC (Instituto Mato-grossense da Carne) com financiamento do Programa REM Mato Grosso

Marcio Camilo
Comunicação REM MT/SEMA-MT


Legalizar 500 pecuaristas e recuperar mais 20 mil hectares de áreas degradadas. Essas são as metas do “Programa de Reinserção e Monitoramento”, do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), no projeto apresentado ao Programa REM Mato Grosso (do inglês, REDD para Pioneiros).

O Programa de Reinserção, com previsão de início a partir da segunda quinzena de julho, envolverá produtores de oito municípios da região noroeste do estado: Aripuanã, Castanheira, Colniza, Cotriguaçu, Juara, Juína, Juruena e Nova Bandeirantes.

Espera-se com a iniciativa que áreas que foram desmatadas ilegalmente dentro das propriedades pecuárias sejam reparadas. O Programa de Reinserção é de participação voluntária pelo pecuarista e consiste em identificar o dano ambiental e monitorar sua regeneração.

“Como resultado, a implantação do Programa de Reinserção e Monitoramento visa garantir que o dano ambiental está sendo reparado (com um monitoramento constante), permitindo que o pecuarista retome sua atividade de comercialização de animais com a indústria frigorífica, oferecendo ao mercado formal animais de procedência garantida, enquanto o processo de adequação ambiental está ocorrendo pelo Programa do Imac”, destaca Caio Penido, presidente do instituto.



O programa está inserido no Subprograma Produção, Inovação e Mercado Sustentáveis (PIMS) do REM MT. A expectativa é de que traga “melhorias na qualidade da carne, diminuição dos riscos reputacionais do setor no estado, transparência e garantia de origem do produto”. O Programa de Reinserção é uma estratégia do Imac para buscar a recuperação de áreas degradadas em mais de 12 mil propriedades no estado de MT.

A aplicação do Programa de Reinserção está inserida no eixo “Inovação nas Cadeias de Commodities Pecuária” do PIMS/REM MT.

Sobre o Programa REM MT

O Programa REM MT (do inglês, REDD para Pioneiros) é uma premiação ao Estado do Mato Grosso pelos resultados na redução do desmatamento nos últimos 10 anos. A cooperação internacional dos governos do Reino Unido e da Alemanha doam recursos por meio do BEIS e do Banco de Desenvolvimento Alemão (KfW) para o Programa que aplica em ações de conservação da floresta a fim de reduzir emissões de CO2 no planeta. Para isso, beneficia diretamente iniciativas que contribuem para reduzir o desmatamento, estimular a agricultura de baixo carbono e apoiar povos indígenas e comunidades tradicionais.

É coordenado pelo Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), e gerenciado financeiramente pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).
 
Saiba mais sobre o Programa REM MT em: https://remmt.com.br/

Projeto é desenvolvido pelo ICV envolve pequenos e médios produtores de gado de corte numa região constantemente pressionada pelo desmatamento

Marcio Camilo/ REM MT

Uma pecuária mais sustentável e que dê lucro. Essa é a proposta do projeto Conect@agro, inciativa do Instituto Centro de Vida (ICV) financiada pelo Programa REM Mato Grosso.

O projeto tem mudado a mentalidade de muitos produtores do chamado “Portal da Amazônia”, região norte de Mato Grosso constantemente pressionada pelo desmatamento.

Renato Farias, diretor-executivo do ICV, explica que o foco do trabalho é na gestão das propriedades rurais de pequeno e médio porte da pecuária de corte nos aspectos econômico, social e sustentável.
No econômico e social, conforme Farias, é o produtor identificar a quantidade de cabeças de gado, os recursos que entram e que saem, bem como a utilização de EPIs [Equipamentos de Proteção] e a regularização de pagamento salarial aos funcionários da fazenda.

Já na parte sustentável estão as ações de piqueteamento de pastagem, isolamento de áreas de nascente da propriedade para a recuperação natural da vegetação degradada e o uso racional dos recursos naturais, especialmente a água.

“São ações como essas que já diferem muito, inclusive a produção de unidade animal por hectare que é fundamental nessa agenda, que visa a sustentabilidade com um bom aporte econômico”, detalha Farias.

Com a gestão das fazendas otimizadas, o objetivo é produzir com qualidade, gerar lucro, sem a necessidade de degradar novas áreas para abertura de pastos.

Do ponto de vista ambiental, essas ações resultam na preservação da mata nativa e a redução das emissões de gases do efeito estufa na Amazônia – bioma considerado fundamental para o equilíbrio climático planeta.

Conforme o ICV, o projeto, que tem duração de 24 meses, ainda irá atender 15 propriedades de médio porte, com tamanho médio de 600 hectares. “Ao total, somará mais de 9 mil hectares com melhorias técnicas na produção e na gestão da propriedade”.

O Conec@agro teve início neste ano e faz parte da Chamada de Projetos 08/2020 do Subprograma Produção, Inovação e Mercado Sustentáveis (PIMs) do Programa REM MT. As fazendas que abarcam o projeto estão situadas nos municípios polos de Alta Floresta, Marcelândia, Nova Canãa, Colíder e Guarantã do Norte.

Sobre o Programa REM MT

O Programa REM MT (do inglês, REDD para Pioneiros) é uma premiação ao Estado do Mato Grosso pelos resultados na redução do desmatamento nos últimos 10 anos. A cooperação internacional dos governos do Reino Unido e da Alemanha doam recursos por meio do BEIS e do Banco de Desenvolvimento Alemão (KfW) para o Programa que aplica em ações de conservação da floresta a fim de reduzir emissões de CO2 no planeta. Para isso, beneficia diretamente iniciativas que contribuem para reduzir o desmatamento, estimular a agricultura de baixo carbono e apoiar povos indígenas e comunidades tradicionais.

É coordenado pelo Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), e gerenciado financeiramente pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).

Saiba mais sobre o Programa REM MT em: https://remmt.com.br/

Políticas públicas e privadas buscam sinergias de projetos em oito municípios da região noroeste do estado

 Marcio Camilo/Comunicação REM MT 

Identificar sinergias para alavancar a produção sustentável de pecuária de corte na região noroeste de Mato Grosso. Esse foi o objetivo do workshop organizado, no último dia 6 de junho, pelo Programa REM MT e o Instituto Produzir, Conservar e Incluir (PCI).

Participaram do evento virtual, a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer-MT), o frigorífico Marfrig, Instituto PCI, Programa REM MT, NatCap, Instituto Mato-grossense da Carne (IMAC), Associação dos Criadores de Mato Grosso (ACRIMAT) e o IDH (The Sustainable Trade Initiative), sendo este último uma organização Holandesa voltada para produção e comércio sustentável.

Durante a reunião, houveram apresentações do Instituto PCI, NatCap, Empaer-MT e IMAC. Posteriormente, iniciou-se uma sessão de discussão na qual os representantes da Marfrig, ACRIMAT, REM-MT e IDH fizeram contribuições e sugestões. Em termos gerais, os participantes demonstraram satisfação sobre os trabalhos realizados e interesse em aprofundar ações de forma a dar escala aos projetos de Ater [Assistência Técnica de Extensão Rural] na região noroeste. O objetivo final é tornar a região uma referência em produção sustentável na pecuária de corte, aliando produção de qualidade e renda à agricultores familiares aliado a conservação de florestas.

O programa REM MT, por meio do Subprograma Produção, Inovação e Mercado Sustentáveis (PIMS), foi citado em um projeto cujo objetivo é a reinserção de produtores bloqueados em detrimento as áreas embargadas por desmatamento ilegal. A ação é desenvolvida em pelo o Instituto Mato-grossense da Carne tendo como parceiro o Ministério Público Federal (MPF-MT).

Outra ação financiada pelo REM MT é a parceria com a Empaer-MT cujo objetivo é oferecer ATER pública para 1.950 produtores de pequeno e médio porte especializadas na cria de bezerros. O objetivo é aumentar a produtividade da pecuária de corte aliado a restauração de passivos ambientais e desmatamento zero. Os produtores estão localizados em oito municípios da região noroeste: Aripuanã, Castanheira, Colniza, Cotriguaçu, Juara, Juína, Juruena e Nova Bandeirantes.

Já a Marfrig, uma das maiores empresas de proteína animal do mundo, destacou no workshop que investe cerca de R$ 30 milhões em projetos relacionados a sustentabilidade da cadeia bovina. A empresa possui metas de zerar o desmatamento até 2030 através de diversas ações incluindo a produção sustentável de bezerros. Entre as ações estão a implementação do Código Florestal, incentivo a intensificação de pastagens e práticas ILPF [Intensificação Lavoura, Pecuária, Floresta], bem como ferramentas de rastreabilidade e monitoramento de fornecedores indiretos. De acordo com o Diretor de Sustentabilidade Paulo Pianez, “os trabalhos apresentados no workshop dialogam perfeitamente bem com o Programa Produção Sustentável de Bezerros, e, portanto, existe interesse em aprofundar conversas na região”.

Se as ações forem concretizadas, existe a oportunidade da Marfrig e outros frigoríficos na região comprarem animais de fazendas regularizadas, aumentando a oferta de carne sustentável na região e contribuindo com as metas de produção sustentável, conservação e inclusão da estratégia Produzir, Conservar e Incluir. 

“A reunião foi para a gente se conectar, saber o que cada um está fazendo, até para que a própria produção do REM e da PCI possam acessar esse tipo de mercado. Esse é um dos objetivos do subprograma (PIMs), que é ampliar o acesso desses produtores [inseridos na pecuária sustentável] ao mercado”, destacou Fernando Sampaio, diretor Executivo da PCI e coordenador adjunto do REM MT.

Contexto 

O Subprograma de Produção, Inovação e Mercado Sustentáveis do REM MT e o PCI  buscam parceiros para incentivar práticas mais sustentáveis no noroeste do estado, região responsável pela produção de 230 mil toneladas de carne (ou 10% da produção do estado), mas também importante para criação de bezerros – atividade predominante na região. 

Em um curto prazo, espera-se que o Brasil se torne o maior produtor de carne bovina do mundo, superando, inclusive os EUA. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), o nosso país é responsável por 17% da produção total da carne bovina no mundo; e de acordo com estimativas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a cadeia produtiva brasileira da carne movimenta R$ 167,5 bilhões/ano – gerando cerca de 7 milhões de empregos.

Mato Grosso possui o maior rebanho bovino do Brasil com pouco mais de 30 milhões de animais, sendo estes distribuídos em 23 milhões de hectares (equivalente a 25% do território).

No entanto, o mercado tem sido exigente em relação a critérios socioambientais nas cadeias produtivas, especialmente a cadeia da carne. A região noroeste foi identificada pelo Programa REM como prioritária para atuação no fomento à pecuária sustentável, justamente por ser onde houve expressivo crescimento de rebanho e áreas de pastagens, mas também de desmatamento. 

Foi neste contexto que o REM MT e o PCI organizaram o workshop, tendo em vista a força da atividade pecuária no estado.

Experiência em fazenda em Rondonópolis está inserida nos projetos do Programa REM Mato Grosso, que visão tanto o uso eficiente dos recursos naturais quanto à redução da pressão por desmatamento das florestais mato-grossense

Marcio Camilo / Comunicação REM MT

Soja, algodão e pecuária convivendo em harmonia e de forma sustentável num mesmo lugar. É isso que será mostrado no próximo 12 de junho no Dia de Campo Online: Sistemas Sustentáveis de Produção, na fazenda Guarita, zona rural de Rondonópolis.

O projeto de Sistemas Integrados de Pastagens e Culturas Agrícolas (PISA) está inserido no eixo Inovação das cadeias de commodities do subprograma Produção, Inovação e Mercado Sustentáveis (PIMS) do Programa REM Mato Grosso (do inglês, REDD para Pioneiros).

De acordo com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Sistemas Integrados de Produção Agropecuária, Edicarlos Damacena de Souza, a ideia é mostrar aos produtores que é possível unir lavoura e pecuária para produzir com sustentabilidade e de maneira rentável. Aliando deste modo, a questão ambiental e econômica.

“Se nós conseguimos intensificar uma área de produção, que geralmente são áreas de pastagens degradadas. Se a gente consegue que essa área seja produtiva, a gente consegue produzir mais alimentos com a mesma unidade de área já aberta”, destaca.

O especialista detalha que a área degradada é intensificada por meio de dois sistemas: o de integração de pastagem com lavoura (PISA) e o de Pastoreio Rotatínuo

Primeiramente, no PISA, a lógica é fortalecer solos fragilizados que sofreram com a monocultura. Trata-se do manejo correto do pastoreio, como forma de incrementar a matéria orgânica do solo, o sequestro de carbono, bem como reduzir e mitigar as emissões dos efeitos dos gases estufas.

Já o segundo, o Pastoreio Rotatínuo, é levando em consideração o comportamento ingestivo dos animais. “A cada bocada que a animal der, a gente quer que ele capte o máximo de alimentos com qualidade. Nós queremos otimizar o tempo de pastejo. E com isso, nós fazemos com que o animal produza mais e emita menos metano para produção desse alimento”, explica Edicarlos.

Ele ressalta que com essas duas tecnologias [sistemas integrados e pastoreio rotatínuo], os produtores do estado conseguem ter mais sucesso na produção: “colocar uma cultura que é extremamente exigente, que é o algodão, nos sistemas integrados permite produzir essa commodities agrícola em solo arenoso. Esse é o mais importante, porque muito das nossas pastagens em Mato Grosso são degradadas. Então são alternativas para melhorar a produção nessas áreas”, reforça.

 
As tecnologias são desenvolvidas no Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt) em parceria com associação público-privada SIPA, que envolve as universidades federais do Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso (campus Rondonópolis). As ações contam com financiamento do REM MT – programa executado pelo Governo de Mato Grosso que conta com recursos dos governos da Alemanha e Reino Unido que premiam países e estados que combatem o desmatamento da floresta, com a consequente redução das emissões de CO2 no planeta.

Esta iniciativa é apoiada pelo subprograma "Produção, Inovação e Mercado Sustentáveis - PIMS" (que envolve as commodities de carne, soja e madeira tropical), que dentre os principais objetivos busca apoiar a adequação produtiva, com promoção da eficiência no uso de recursos naturais e redução da pressão por desmatamento, demonstrando a viabilidade técnica e financeira da adoção de boas práticas; além de apoiar a inovação através de atividades que permitam a difusão de novas tecnologias nas regiões alvo do programa, a fim de melhorar a eficiência produtiva de forma a reduzir a pressão por abertura de novas áreas e o uso de insumos e defensivos.

O Dia do Campo online terá como modelo a fazenda Guarita, em Rondonópolis, que é a unidade de excelência em difusão do projeto, no qual as tecnologias estão sendo colocadas em prática. “No evento do dia 12 a gente vai fazer uma parte ao vivo, e, a outra parte, com as gravações que foram realizadas no campo. Nós vamos transmitir evento da universidade [Federal de Mato Grosso em Rondonópolis]”, detalha Edicarlos.

O evento também contará com gravações na unidade de excelência em pesquisa do IMAmt, em Rondonópolis.

As inscrições para participar do Dia de Campo online podem ser realizadas AQUI  

Confira a programação completado evento:



 

 

O 6º Encontro Regional de Sistema Produtivos irá mostrar projeto financiado pelo REM Mato Grosso que cultiva a soja integrada com diferentes tipos de cultura

Marcio Camilo/Comunicação REM MT

Produzir commodities com sustentabilidade e biodiversidade. É o que o REM Mato Grosso, juntamente com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), unidade de Sinop (MT), Agrossilvipastoril, pretende mostrar no 6° Encontro Regional de Sistemas Produtivos. O evento será realizado via transmissão online para mostrar as primeiras impressões da produção de culturas integradas envolvendo a soja, o milho e a pecuária, na Fazenda Santana, no município de Sorriso, a 396 quilômetros de Cuiabá.

O projeto é financiado desde fevereiro deste ano com recursos da Chamada 08/2020 do Subprograma Produção, Inovação e Mercado Sustentáveis (PIMS) do REM Mato Grosso. De acordo com Flávio Wruck, um dos pesquisadores da Embrapa que participa da iniciativa, o encontro será uma oportunidade de mostrar aos produtores que é possível plantar commodities de maneira sustentável e em harmonia com diferentes culturas.

No Sistema Plantio Direto (SPD), por exemplo, a sucessão formada por soja na safra e consórcios forrageiros na safrinha gera palhada em grande quantidade e de elevada qualidade agronômica. É um tipo de produto que proporciona diversos serviços ecossistêmicos, praticamente gratuitos, ao sistema de produção agrícola que, ao longo do tempo, recupera o solo física, química e biologicamente. Isso gera economia ao produtor e menos impacto ao meio ambiente.

Um exemplo dos serviços ecossistêmicos que serão mostrados no encontro é como as raízes das plantas de braquiária tem a capacidade de buscar nutrientes nas camadas mais profundas dos solos e “bombeá-los para cima”, promovendo também neste processo a descompactação e o incremento da matéria orgânica do solo. Em decorrência deste incremento, o solo aumenta sua capacidade de armazenamento de água e nutrientes disponíveis para as plantas, ajudando a cultura da soja durante os períodos de veranicos ao longo do seu ciclo produtivo.

Flávio ressalta que essa biodiversidade também pode ser vista no sistema de Integração Lavoura-Pecuária (ILP), onde há uma intensa rotação de culturas favorecendo o aumento da biodiversidade do solo.


Consórcios forrageiros na Fazenda Santana, na cidade de Sorriso-MT/Foto: Embrapa

“Umas das grandes vantagens é que esses sistemas integrados de produção ajudam a reduzir os nematoides, uma das principais doenças que atacam o sistema radicular da soja. Tudo isso feito com práticas agroecológicas a partir de consórcios forrageiros que reduz a população desses nematoides”, ressalta Flávio Wruck, pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril.

Daniela Melo, coordenadora do Subprograma PIMS do REM MT, ressalta que projetos como esse são fundamentais para reduzir a pressão por desmatamento em cadeias produtivas que historicamente mais impactam as áreas naturais do estado.

“Eles são estratégicos para o Programa REM, no sentido de ajudar Mato Grosso cada vez mais a honrar o compromisso com o mundo de preservar o meio ambiente, zerar o desmatamento ilegal, e, consequentemente, reduzir as emissões de CO2 no planeta”, reforça a gestora do PIMS.

Detalhes do evento

Os interessados em participar da transmissão do 6° Encontro Regional de Sistemas Produtivos devem se inscrever pelo site www.catsorriso.org.br. O evento será transmitido a partir das 9h (horário de Brasília) direto do estúdio televisivo da Embrapa Agrossilvipasoril pelos sites Vida Rural MT (https://vidaruralmt.com.br/), CAT Sorriso e da própria Embrapa (https://www.embrapa.br/agrossilvipastoril/).

Os produtores terão a oportunidade de ouvir palestras renomados, especialistas em agropecuária da Embrapa e também da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que, a partir do exemplo da Fazenda Santana, irão explicar a importância da produção envolvendo diversas culturas integradas para o meio ambiente.

“As palestras vão ocorrer no estúdio da Embrapa com geração de imagens que coletamos da Fazenda Santana”, detalha Cristina Delicato, CEO da Associação Amigos da Terra de Sorriso (CAT), uma das entidades que organiza o evento

O evento já é tradicional em Mato Grosso, sendo realizado anualmente por meio de visita de campo as propriedades que são modelos em sistema produtivos integrados. Mas, diante do contexto da pandemia do novo coronavírus, o encontro desse ano terá que ser realizado 100% online.

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