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Projeto é desenvolvido pelo ICV envolve pequenos e médios produtores de gado de corte numa região constantemente pressionada pelo desmatamento

Marcio Camilo/ REM MT

Uma pecuária mais sustentável e que dê lucro. Essa é a proposta do projeto Conect@agro, inciativa do Instituto Centro de Vida (ICV) financiada pelo Programa REM Mato Grosso.

O projeto tem mudado a mentalidade de muitos produtores do chamado “Portal da Amazônia”, região norte de Mato Grosso constantemente pressionada pelo desmatamento.

Renato Farias, diretor-executivo do ICV, explica que o foco do trabalho é na gestão das propriedades rurais de pequeno e médio porte da pecuária de corte nos aspectos econômico, social e sustentável.
No econômico e social, conforme Farias, é o produtor identificar a quantidade de cabeças de gado, os recursos que entram e que saem, bem como a utilização de EPIs [Equipamentos de Proteção] e a regularização de pagamento salarial aos funcionários da fazenda.

Já na parte sustentável estão as ações de piqueteamento de pastagem, isolamento de áreas de nascente da propriedade para a recuperação natural da vegetação degradada e o uso racional dos recursos naturais, especialmente a água.

“São ações como essas que já diferem muito, inclusive a produção de unidade animal por hectare que é fundamental nessa agenda, que visa a sustentabilidade com um bom aporte econômico”, detalha Farias.

Com a gestão das fazendas otimizadas, o objetivo é produzir com qualidade, gerar lucro, sem a necessidade de degradar novas áreas para abertura de pastos.

Do ponto de vista ambiental, essas ações resultam na preservação da mata nativa e a redução das emissões de gases do efeito estufa na Amazônia – bioma considerado fundamental para o equilíbrio climático planeta.

Conforme o ICV, o projeto, que tem duração de 24 meses, ainda irá atender 15 propriedades de médio porte, com tamanho médio de 600 hectares. “Ao total, somará mais de 9 mil hectares com melhorias técnicas na produção e na gestão da propriedade”.

O Conec@agro teve início neste ano e faz parte da Chamada de Projetos 08/2020 do Subprograma Produção, Inovação e Mercado Sustentáveis (PIMs) do Programa REM MT. As fazendas que abarcam o projeto estão situadas nos municípios polos de Alta Floresta, Marcelândia, Nova Canãa, Colíder e Guarantã do Norte.

Sobre o Programa REM MT

O Programa REM MT (do inglês, REDD para Pioneiros) é uma premiação ao Estado do Mato Grosso pelos resultados na redução do desmatamento nos últimos 10 anos. A cooperação internacional dos governos do Reino Unido e da Alemanha doam recursos por meio do BEIS e do Banco de Desenvolvimento Alemão (KfW) para o Programa que aplica em ações de conservação da floresta a fim de reduzir emissões de CO2 no planeta. Para isso, beneficia diretamente iniciativas que contribuem para reduzir o desmatamento, estimular a agricultura de baixo carbono e apoiar povos indígenas e comunidades tradicionais.

É coordenado pelo Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), e gerenciado financeiramente pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).

Saiba mais sobre o Programa REM MT em: https://remmt.com.br/

Políticas públicas e privadas buscam sinergias de projetos em oito municípios da região noroeste do estado

 Marcio Camilo/Comunicação REM MT 

Identificar sinergias para alavancar a produção sustentável de pecuária de corte na região noroeste de Mato Grosso. Esse foi o objetivo do workshop organizado, no último dia 6 de junho, pelo Programa REM MT e o Instituto Produzir, Conservar e Incluir (PCI).

Participaram do evento virtual, a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer-MT), o frigorífico Marfrig, Instituto PCI, Programa REM MT, NatCap, Instituto Mato-grossense da Carne (IMAC), Associação dos Criadores de Mato Grosso (ACRIMAT) e o IDH (The Sustainable Trade Initiative), sendo este último uma organização Holandesa voltada para produção e comércio sustentável.

Durante a reunião, houveram apresentações do Instituto PCI, NatCap, Empaer-MT e IMAC. Posteriormente, iniciou-se uma sessão de discussão na qual os representantes da Marfrig, ACRIMAT, REM-MT e IDH fizeram contribuições e sugestões. Em termos gerais, os participantes demonstraram satisfação sobre os trabalhos realizados e interesse em aprofundar ações de forma a dar escala aos projetos de Ater [Assistência Técnica de Extensão Rural] na região noroeste. O objetivo final é tornar a região uma referência em produção sustentável na pecuária de corte, aliando produção de qualidade e renda à agricultores familiares aliado a conservação de florestas.

O programa REM MT, por meio do Subprograma Produção, Inovação e Mercado Sustentáveis (PIMS), foi citado em um projeto cujo objetivo é a reinserção de produtores bloqueados em detrimento as áreas embargadas por desmatamento ilegal. A ação é desenvolvida em pelo o Instituto Mato-grossense da Carne tendo como parceiro o Ministério Público Federal (MPF-MT).

Outra ação financiada pelo REM MT é a parceria com a Empaer-MT cujo objetivo é oferecer ATER pública para 1.950 produtores de pequeno e médio porte especializadas na cria de bezerros. O objetivo é aumentar a produtividade da pecuária de corte aliado a restauração de passivos ambientais e desmatamento zero. Os produtores estão localizados em oito municípios da região noroeste: Aripuanã, Castanheira, Colniza, Cotriguaçu, Juara, Juína, Juruena e Nova Bandeirantes.

Já a Marfrig, uma das maiores empresas de proteína animal do mundo, destacou no workshop que investe cerca de R$ 30 milhões em projetos relacionados a sustentabilidade da cadeia bovina. A empresa possui metas de zerar o desmatamento até 2030 através de diversas ações incluindo a produção sustentável de bezerros. Entre as ações estão a implementação do Código Florestal, incentivo a intensificação de pastagens e práticas ILPF [Intensificação Lavoura, Pecuária, Floresta], bem como ferramentas de rastreabilidade e monitoramento de fornecedores indiretos. De acordo com o Diretor de Sustentabilidade Paulo Pianez, “os trabalhos apresentados no workshop dialogam perfeitamente bem com o Programa Produção Sustentável de Bezerros, e, portanto, existe interesse em aprofundar conversas na região”.

Se as ações forem concretizadas, existe a oportunidade da Marfrig e outros frigoríficos na região comprarem animais de fazendas regularizadas, aumentando a oferta de carne sustentável na região e contribuindo com as metas de produção sustentável, conservação e inclusão da estratégia Produzir, Conservar e Incluir. 

“A reunião foi para a gente se conectar, saber o que cada um está fazendo, até para que a própria produção do REM e da PCI possam acessar esse tipo de mercado. Esse é um dos objetivos do subprograma (PIMs), que é ampliar o acesso desses produtores [inseridos na pecuária sustentável] ao mercado”, destacou Fernando Sampaio, diretor Executivo da PCI e coordenador adjunto do REM MT.

Contexto 

O Subprograma de Produção, Inovação e Mercado Sustentáveis do REM MT e o PCI  buscam parceiros para incentivar práticas mais sustentáveis no noroeste do estado, região responsável pela produção de 230 mil toneladas de carne (ou 10% da produção do estado), mas também importante para criação de bezerros – atividade predominante na região. 

Em um curto prazo, espera-se que o Brasil se torne o maior produtor de carne bovina do mundo, superando, inclusive os EUA. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), o nosso país é responsável por 17% da produção total da carne bovina no mundo; e de acordo com estimativas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a cadeia produtiva brasileira da carne movimenta R$ 167,5 bilhões/ano – gerando cerca de 7 milhões de empregos.

Mato Grosso possui o maior rebanho bovino do Brasil com pouco mais de 30 milhões de animais, sendo estes distribuídos em 23 milhões de hectares (equivalente a 25% do território).

No entanto, o mercado tem sido exigente em relação a critérios socioambientais nas cadeias produtivas, especialmente a cadeia da carne. A região noroeste foi identificada pelo Programa REM como prioritária para atuação no fomento à pecuária sustentável, justamente por ser onde houve expressivo crescimento de rebanho e áreas de pastagens, mas também de desmatamento. 

Foi neste contexto que o REM MT e o PCI organizaram o workshop, tendo em vista a força da atividade pecuária no estado.

Experiência em fazenda em Rondonópolis está inserida nos projetos do Programa REM Mato Grosso, que visão tanto o uso eficiente dos recursos naturais quanto à redução da pressão por desmatamento das florestais mato-grossense

Marcio Camilo / Comunicação REM MT

Soja, algodão e pecuária convivendo em harmonia e de forma sustentável num mesmo lugar. É isso que será mostrado no próximo 12 de junho no Dia de Campo Online: Sistemas Sustentáveis de Produção, na fazenda Guarita, zona rural de Rondonópolis.

O projeto de Sistemas Integrados de Pastagens e Culturas Agrícolas (PISA) está inserido no eixo Inovação das cadeias de commodities do subprograma Produção, Inovação e Mercado Sustentáveis (PIMS) do Programa REM Mato Grosso (do inglês, REDD para Pioneiros).

De acordo com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Sistemas Integrados de Produção Agropecuária, Edicarlos Damacena de Souza, a ideia é mostrar aos produtores que é possível unir lavoura e pecuária para produzir com sustentabilidade e de maneira rentável. Aliando deste modo, a questão ambiental e econômica.

“Se nós conseguimos intensificar uma área de produção, que geralmente são áreas de pastagens degradadas. Se a gente consegue que essa área seja produtiva, a gente consegue produzir mais alimentos com a mesma unidade de área já aberta”, destaca.

O especialista detalha que a área degradada é intensificada por meio de dois sistemas: o de integração de pastagem com lavoura (PISA) e o de Pastoreio Rotatínuo

Primeiramente, no PISA, a lógica é fortalecer solos fragilizados que sofreram com a monocultura. Trata-se do manejo correto do pastoreio, como forma de incrementar a matéria orgânica do solo, o sequestro de carbono, bem como reduzir e mitigar as emissões dos efeitos dos gases estufas.

Já o segundo, o Pastoreio Rotatínuo, é levando em consideração o comportamento ingestivo dos animais. “A cada bocada que a animal der, a gente quer que ele capte o máximo de alimentos com qualidade. Nós queremos otimizar o tempo de pastejo. E com isso, nós fazemos com que o animal produza mais e emita menos metano para produção desse alimento”, explica Edicarlos.

Ele ressalta que com essas duas tecnologias [sistemas integrados e pastoreio rotatínuo], os produtores do estado conseguem ter mais sucesso na produção: “colocar uma cultura que é extremamente exigente, que é o algodão, nos sistemas integrados permite produzir essa commodities agrícola em solo arenoso. Esse é o mais importante, porque muito das nossas pastagens em Mato Grosso são degradadas. Então são alternativas para melhorar a produção nessas áreas”, reforça.

 
As tecnologias são desenvolvidas no Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt) em parceria com associação público-privada SIPA, que envolve as universidades federais do Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso (campus Rondonópolis). As ações contam com financiamento do REM MT – programa executado pelo Governo de Mato Grosso que conta com recursos dos governos da Alemanha e Reino Unido que premiam países e estados que combatem o desmatamento da floresta, com a consequente redução das emissões de CO2 no planeta.

Esta iniciativa é apoiada pelo subprograma "Produção, Inovação e Mercado Sustentáveis - PIMS" (que envolve as commodities de carne, soja e madeira tropical), que dentre os principais objetivos busca apoiar a adequação produtiva, com promoção da eficiência no uso de recursos naturais e redução da pressão por desmatamento, demonstrando a viabilidade técnica e financeira da adoção de boas práticas; além de apoiar a inovação através de atividades que permitam a difusão de novas tecnologias nas regiões alvo do programa, a fim de melhorar a eficiência produtiva de forma a reduzir a pressão por abertura de novas áreas e o uso de insumos e defensivos.

O Dia do Campo online terá como modelo a fazenda Guarita, em Rondonópolis, que é a unidade de excelência em difusão do projeto, no qual as tecnologias estão sendo colocadas em prática. “No evento do dia 12 a gente vai fazer uma parte ao vivo, e, a outra parte, com as gravações que foram realizadas no campo. Nós vamos transmitir evento da universidade [Federal de Mato Grosso em Rondonópolis]”, detalha Edicarlos.

O evento também contará com gravações na unidade de excelência em pesquisa do IMAmt, em Rondonópolis.

As inscrições para participar do Dia de Campo online podem ser realizadas AQUI  

Confira a programação completado evento:



 

 

Live no facebook e no Youtube irá detalhar sobre o Plano Emergencial de Combate à Covid-19 e aos incêndios florestais nos territórios indígenas de Mato Grosso

Marcio Camilo / Comunicação REM MT
 

A Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (Fepoimt) irá promover neste sábado, a partir das 15h (16h horário de Brasília) a live "Por dentro do REM" no facebook e Youtube para falar sobre o Plano Emergencial de Combate à Covid-19 e aos incêndios florestais. A live pode ser acompanhada AQUI e AQUI

O Plano foi desenvolvido pelo Fepoimt em parceria com o Subprograma Territórios Indígenas do REM MT (do inglês, REDD para Pioneiros) –  projeto executado pelo Governo do Estado que conta com recursos internacionais que premiam países e estados pioneiros na preservação e combate ao desmatamento ilegal da floresta. 

Na live, as lideranças indígenas da Fepoimt, justamente com atores do REM MT e da sociedade civil organizada, irão debater como o plano tem ajudado no enfrentamento à Covid-19 nas aldeias.

O plano também se torna estratégico para combater os incêndios florestais diante do período de estiagem que se avizinha, a partir de junho. No ano passado, as terras indígenas foram drasticamente atingidas pelas queimadas ilegais. O povo Guató, por exemplo, teve 83% da sua área destruída no Pantanal (região de Barão de Melgaço- MT).

Para este ano, a previsão é que o REM MT invista R$ 13, 9 milhões em ações voltadas para a defesa dos territórios - condição entendida pela coordenação geral do Programa como essencial na estratégia de sobrevivência dos povos indígenas, e consequentemente na preservação da floresta.

A live Por Dentro do REM contará com a participação do presidente da Fepoimt, Cristanto Rudzö Tseremey'wá; a assessora da Fepoimt, Eliana Xunakalo; membro da Governança da Regional Noroeste do Subprograma Territórios Indígenas, Agelton Sousa da Silva; o coordenador adjunto do REM-MT, Fernando Sampaio; o gerente de projetos do Fundo Brasileiro pela Biodiversidade (Funbio), João Ferraz; analista de projetos do Funbio, Dante Novaes.

Sobre o programa REM

O Programa REM remunera e premia o esforço de mitigação das mudanças climáticas de pioneiros do REDD+ (Early Movers) a nível estadual, subnacional ou nacional, pretendendo fomentar o desenvolvimento sustentável, e gerar aprendizados até que um mecanismo global de REDD+ seja operacional. O principal objetivo do programa é a valorização da floresta em pé. O REM segue todos os princípios e critérios da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC, na sigla em inglês), na qual não ocorre transferência de créditos de carbono.

O contrato do REM Mato Grosso prevê recursos na ordem de 44 milhões de euros do governo da Alemanha por meio do Banco Alemão de Desenvolvimento (KfW), e o governo do Reino Unido, por meio do Departamento Britânico para Energia e Estratégia Industrial (BEIS).

Os recursos do Programa estão distribuídos da seguinte maneira: 60% para os subprogramas de agricultura familiar, povos e comunidades tradicionais na Amazônia, Cerrado e Pantanal; territórios indígenas; e produção sustentável, inovação e mercados. Os demais 40% são destinados ao fortalecimento institucional de entidades governamentais do Estado e na aplicação e desenvolvimento de políticas públicas estruturantes.

 Webnário sobre Restauração de Ecossistemas faz parte da programação do evento que será realizado entre dos dias 31 de maio e 4 de junho. A Semana do Meio Ambiente conta com apoio do programa REM MT

 Marcio Camilo/ Comunicação REM MT

A secretária de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), Mauren Lazzaretti, aparece em vídeo convidando a população mato-grossense para se inscrever no Webnário sobre Restauração de Ecossistemas, como parte da programação da Semana do Meio Ambiente que acorrerá de forma online entre os dias 31 de maio e 4 de junho. O evento conta com apoio do programa REM MT.

No vídeo, que está sendo compartilhado nas redes sociais, a gestora explica que o webnário ocorrerá entre os dias 31 de maio a 4 de junho, como transmissão sempre a partir das 14 horas pelo canal do Youtube da Sema-MT. O participante receberá um certificado de 10 horas. Para isso, deverá se inscrever preenchendo o formulário disponível no site da Sema ou CLICANDO AQUI. 

"Convido a todos a participarem conosco desse importante evento", ressalta a secretária Mauren na mensagem de vídeo.

O tema do evento está alinhado com a década da restauração de ecossistemas, instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), no período de 2021 a 2030, e também homenageia as vítimas que perderam a vida pela pandemia do coronavírus.

 

Serão realizadas palestras com temas relacionados à saúde e o meio ambiente, diagnóstico e técnicas de restauração ambiental, semeadura direta, engenharia natural, e apresentação da plataforma WebAmbiente.

Além do webnário em comemoração à Semana do meio Ambiente, ocorrerá ao final do ano o plantio de mudas para homenagear as vítimas do novo coronavírus. O plantio ocorrerá nos municípios que se inscreverem para fazer parte da iniciativa.

O Programa REM Mato Grosso será o responsável por viabilizar as mudas e as placas onde constarão os nomes das pessoas que foram vitimadas pela Covid-19. O REM MT (do inglês, REDD para Pioneiros) é um projeto executado pelo Governo do Estado que conta com recursos internacionais que premiam países e estados pioneiros na preservação e combate ao desmatamento ilegal da floresta.

Veja a programação completa

31 de maio

14h – Abertura da Semana do Meio Ambiente com a secretária de Estado de Meio ambiente Mauren Lazzaretti
14h30 – Palestra: Ambiente e Pandemia – Michèle Sato (UFMT)
15h15 – Palestra: Relação entre Saúde e o Meio Ambiente – Christiane Rocha (UFLA)
*Moderação de Vânia Montalvão (Sema-MT)

1º de junho

14h – Palestra: Panorama Geral da Atividade de Restauração Ambiental – Ingo Isernhagen (EMBRAPA)
14h45 - Palestra: Técnicas Alternativas para Restauração de Áreas Degradadas – Sebastião Venâncio Martins (UFV)
*Moderação de Alexandre Ebert (Sema-MT)

02 de junho

14h – Palestra: Rede de sementes do Xingu: as pessoas como protagonistas da Restauração Ecológica - João Carlos Mendes Pereira (Facilitador da Rede de Sementes do Xingu)

14h45 – Palestra: Semeadura Direta como principal forma para Recomposição da Vegetação Nativa – Guilherme Henrique Pompiano Do Carmo (Técnico ISA)
*Moderação de Leonardo Vivaldini dos Santos (Engenheiro Florestal SEAF-MT)

03 de junho

14h – Palestra: Restauração de Áreas com SAFs – Eduardo Darwin Ramos da Silva (Analista de gestão ambiental do ICV)

14h45 – Palestra: Restauração de Áreas Degradadas com intervenções de Engenharia Natural – Rita dos Santos Sousa (UFSM)

*Moderação de Lígia Nara Vendramin (Coordenadora do Programa REM)

04 de junho

14h – Palestra: Ferramentas para Detecção e Avaliação das Áreas Degradadas em Unidades de Conservação Estaduais - Alexandre Ebert (Sema-MT)
14h45 – Palestra: Apresentação da Plataforma WebAmbiente – José Felipe Ribeiro (EMBRAPA)

*Moderação de Elaine Corsini (SEMA-MT)

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